Lançado o site Fakebook.eco com checagem de informações ambientais

O Fakebook.eco é a junção de dois outros projetos: o Fakebook, produzido em colaboração pelo OC – Observatório do Clima, o Greenpeace e o ClimaInfo em 2019, e o Agromitômetro, a iniciativa de checagem de informações ambientais do OC existente desde 2018.

O nome do site é Facebook.eco mas o endereço real na Internet é COM .br ao final: fakebook.eco.br.

A plataforma surge para sistematizar, de maneira didática, o conhecimento essencial sobre os principais mitos, as distorções e os mal-entendidos que rondam o debate ambiental no Brasil. Por um lado, o site funciona como um repositório onde mitos comuns (as “Falácias frequentes”) são desfeitos. Por outro, fará verificações rápidas (“Verificamos”) de declarações de autoridades ou fake news diversas sobre meio ambiente.

Não temos a pretensão de trazer a verdade absoluta – mas nosso compromisso é aliar o método jornalístico de verificação de fatos com as melhores referências científicas disponíveis. Como ninguém é à prova de falhas, o site tem um canal de comunicação de erros.

Fakebook.eco surge para sistematizar, de maneira didática, o conhecimento essencial sobre os principais mitos e mal-entendidos que rondam o meio ambiente no Brasil.

O nome é inspirado na música popular. Os fakebooks são uma tradição entre músicos de jazz, iniciada na primeira metade do século 20. Eles consistiam em compilações das informações básicas sobre diversas canções (os acordes, a melodia e, às vezes, a letra) para que os músicos pudessem improvisar livremente a partir delas. Com um fakebook na mão, um bom músico de jazz ou bossa nova tem um roteiro mínimo que lhe permite sobreviver a qualquer apresentação.

Quando nós começamos a checar as fake news mais frequentes do governo de Jair Bolsonaro na área ambiental, não imaginávamos que o resultado seria um libreto de 35 páginas. Ele acabou ganhando o nome de “Fakebook” – um trocadilho com seu conteúdo – porque também fornecia um roteiro mínimo a jornalistas, investidores e membros de governos e organizações internacionais que precisassem lidar com o discurso do governo sem ter conhecimento prévio da situação ambiental do Brasil.

O site tem parceria com os portais de notícias ambientais e científicas Oeco, InfoAmazônia, Direto da Ciência, Projeto Colabora, e com o blog O que você faria se soubesse o que eu sei?, do climatologista Alexandre Araújo Costa.

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