Em audiência realizada esta tarde na SMAMUs representantes de entidades da sociedade civil de Porto Alegre entregaram o documento que segue abaixo, na íntegra:
NOVO PLANO DIRETOR DE PORTO ALEGRE: UM PROCESSO SEM DEMOCRACIA E LEGALIDADE DEVE SER INVALIDADO
O processo levado a cabo pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre do novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental (PDDUA) é marcado por atropelos, aberrações e ilegalidades, em especial relacionado à situação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano/Ambiental (CMDUA), cuja eleição dos seus componentes foi questionada na justiça estadual e federal, bem como no Tribunal de Contas do Estado.
Em 19 de fevereiro de 2025, com base em ação de organizações da sociedade ligadas ao tema urbano e ambiental, houve decisão judicial que considerou inválida a eleição da representação de entidades de classe, distantes e afins ao planejamento urbano, entidades empresariais, preferencialmente da área da construção civil, entidades ambientais e instituições científicas.
O procedimento da eleição ocorreu sem respeito à publicidade e à transparência, na ocasião das inscrições e impugnações apresentadas. As impugnações das inscrições de muitas entidades representativas da sociedade não tiveram os resultados divulgados de forma adequada, tampouco foi apresentada motivação para tal.
O Ministério Público de Contas também foi acionado e constatou ilegalidades na eleição e na realização de reuniões do CMDUA, pedindo a anulação da eleição dos representantes das entidades não governamentais, recomendando que a eleição deva ser refeita, eliminando o desvio do Edital referente à eleição dos conselheiros, que abriu brechas para entidades empresariais não afins ao PDDUA, e não previstas na Lei Complementar n. 434/1999 que rege a composição do Conselho. O Tribunal de Contas do Estado reconheceu as ilegalidades, apontadas pelo MPC, na atual composição do CMDUA e determinou a suspensão de todas as sessões e deliberações do Conselho. Assim, deferiu pedido formulado pelo MPC, determinando que o executivo municipal suspenda todas as sessões e deliberações do CMDUA até que ocorra a análise de mérito pelo TCE.
No que se refere à própria condução do processo do novo PDDUA, há muitos questionamentos de parte de entidades da sociedade quanto a sua legitimidade e legalidade. No final de 2023, a prefeitura organizou audiências na PUCRS visando o novo Plano Diretor, conduzidas de forma não democrática e com irregularidades, onde a justiça determinou a não permissão de possuir caráter deliberativo às mesmas, face à decisão de recomposição do Conselho, que vinha sendo reconduzido à revelia da lei, por já meio de decretos. O CMDUA tem entre suas atribuições analisar, debater, deliberar, contribuir e aprovar o Plano Diretor. O que não ocorreu, havendo apenas uma apresentação sucinta, sem detalhamento, sem debates.
Em 18 de julho de 2025, o coordenador do Centro de Apoio Operacional da Ordem Urbanística e Questões Fundiárias (CAOURB), ligado ao Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), Cláudio Ari Mello, divulgou um estudo técnico-jurídico avaliando a minuta do PDDUA de Porto Alegre. O documento destaca que a lei do PDDUA deve ser única, abrangente e produzida por meio de um processo legislativo participativo, não sendo admissível a fragmentação de conteúdos obrigatórios entre
diferentes leis, como ocorreu com a separação entre o Plano Diretor e a lei de uso e ocupação do solo. O estudo também criticou o foco excessivo no adensamento construtivo, em especial no que toca à verticalização (arranha-céus), sem garantir mecanismos que promovam o adensamento populacional e a habitação de interesse social dignos. Segundo o promotor, a Minuta do Plano Diretor (MPD) flexibiliza parâmetros urbanísticos, favorecendo empreendimentos de alto padrão, sem definir limites e regulamentação para o uso e ocupação das áreas verdes, a proteção das áreas de preservação permanente e as soluções baseadas na natureza. Em seu documento, reconheceu também a limitação da participação popular como outro ponto fundamental grave, onde houve previsão de apenas uma audiência pública para debater minutas já concluídas, o que contraria os princípios da gestão democrática previstos no Estatuto da Cidade e na Constituição Estadual.
As questões ambientais não foram tratadas adequadamente no documento apresentado pela Prefeitura de Porto Alegre. Não há zoneamento ambiental obrigatório, como determina o artigo 9 da Lei Complementar Federal 140/2011, e não foi realizado o mapeamento das zonas de riscos, condição prévia para a habitabilidade. Questões ambientais centrais para a cidade, como a inundação de várias regiões da cidade provocadas pela enchente de 2024 não foram contempladas, estando em desacordo com a política nacional de prevenção de desastres. Adensamentos construtivos em áreas de risco ambiental, como inundações e deslizamentos de terra, são permitidos sem qualquer restrição na atual proposta.
É grave também a omissão de consulta aos povos indígenas e comunidades quilombolas em Porto Alegre, na minuta proposta do novo Plano Diretor, ferindo a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), incorporada ao Ordenamento Jurídico Brasileiro, o que depõe contra a validação da mesma.
Cabe ainda ressaltar que, em momento algum, houve debate público transparente com a sociedade civil sobre a transformação do processo de revisão do Plano Diretor em um novo plano. Desde o início, o processo foi oficialmente apresentado como uma REVISÃO do Plano Diretor vigente, não havendo qualquer deliberação ou justificativa pública, nem técnica, para a mudança de escopo. A minuta apresentada, além disso, se afasta radicalmente do conteúdo discutido ao longo das já frágeis etapas participativas, configurando uma ruptura que fere os princípios da continuidade democrática e da escuta qualificada.
As apreensões e conclusões do coordenador do CAOURB–MPRS também são compartilhadas por entidades socioambientais e setores da sociedade que resistem à sanha do setor imobiliário e da construção civil.
Como agravante, o Conselho Municipal de Meio Ambiente (COMAM), órgão central da política ambiental municipal e com caráter deliberativo, não foi comunicado quanto à minuta do novo Plano Diretor, e não vem sendo convocado desde dezembro de 2024, o que viola a Lei Complementar Federal 140/2011, que também condiciona o licenciamento ambiental municipal de empreendimentos e atividades à realização regular de reuniões do Conselho.
Já que não houve um processo legítimo em relação à condução do novo PDDUA, dado o conjunto de irregularidades insanáveis, desde a composição do órgão central que deveria conduzir o novo Plano Diretor, o CMDUA, incluindo desvios graves na condução da MPD, além do desconhecimento formal encaminhamento do novo Plano Diretor no COMAM, irregularmente apagado desde 2024, não é possível que se dê continuidade a este processo profundamente desvirtuado.
Assim sendo, as entidades que assinam o presente documento concluem pela nulidade legal do atual processo e solicitam que a audiência pública referente à matéria do novo PDDUA, construída de forma ilegítima e ilegal por parte da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, prevista para o dia 9 de agosto de 2025, seja suspensa até que se retome os funcionamentos regulares do CMDUA e COMAM e o processo democrático necessário para a atualização do Plano Diretor de Porto Alegre.
Adicionalmente, após a apresentação de todos estudos necessários, solicita-se que seja apresentado um cronograma de audiências públicas setoriais por regiões, que assegure a participação ampla e qualificada da população, e que a recomposição dos conselhos ocorra com acompanhamento de um órgão de fiscalização externo e independente, a fim de garantir maior transparência, legitimidade e segurança institucional ao processo.
- 1. AABHRT – Associação dos Amigos em Defesa da Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí
- 2. ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária – RS
- 3. ACESSO – Cidadania e Direitos Humanos
- 4. Ação Cidadania do Rio Grande do Sul
- 5. ADUFRGS Sindical – Sindicato Intermunicipal de Professores das Instituições Federais de Ensino Superior do RS
- 6. AEPIM – Associação de Estudos e Projetos com Povos Indígenas e Minoritários
- 7. AGAPAN – Associação Gaúcha de Proteção do Ambiente Natural
- 8. Aldeias Infantis SOS
- 9. AJURD – Associação dos Juristas pela Democracia
- 10. AKANNI INSTITUTO DE PESQUISA E ASSESSORIA EM DIREITOS HUMANOS, GÊNERO, RAÇA E ETNIA
- 11. AMA – Associação dos Moradores e Amigos da Auxiliadora
- 12. AMBOJES – Associação dos Moradores do Bairro Bom Jesus
- 13. Amencar – Associação de Apoio à Criança e ao Adolescente
- 14. Amigas da Terra Brasil
- 15. Anama – Ação Nascente Maquiné
- 16. ANDES UFRGS – Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior
- 17. Apedema – Assembleia Permanente de entidades em Defesa do Meio Ambiente
- 18. ASCOMJISA – Associação Comunitária Jardim Isabel
- 19. ASSAMED- Associação dos Amigos e Moradores do Bairro Menino Deus
- 20. Assentamento Urbano Utopia e Luta
- 21. Associação Cultura Anita Giuseppe Garibaldi
- 22. Associação Cultural e Educativa pelo Desenvolvimento do Bairro Farrapos
- 23. Associação Cultural José Martí do RS
- 24. Associação Cultura Arte e Movimento LGBTs Negras
- 25. Associação Cultural e Educativa pelo Desenvolvimento do Bairro Farrapos -DESABAFA
- 26. Associação da Canudos
- 27. Associação da comunidade do Rui
- 28. Associação de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais do Rio Grande do Sul (ACOR-RS)
- 29. Associação de Economia Solidária, Cultura e Educação da Cascata-AESCEC
- 30. Associação Defesa Periférica
- 31. Associação DESABAFA Bairro Farrapos
- 32. Associação de Arquitetos de Interiores do Brasil – Seccional RS – AAI Brasil/RS
- 33. Associação de atingidos pela enchente do bairro sarandi
- 34. Associação de Pessoas Atingidas pelas Mudanças Climáticas – AMAC
- 35. Associação de Bairro Três Figueiras – AMATRES
- 36. Associação de Moradores e Amigos da Chácara das Pedras
- 37. Associação de Mulheres Anita Garibaldi
- 38. Associação de Mulheres Maria da Glória
- 39. Associação de Pós-Graduandos da UFRGS
- 40. Associação de Produtores da Economia Solidária Contraponto
- 41. Associação dos Amigos do Museu Julio de Castilhos
- 42. Associação dos Arquivistas do Rio Grande do Sul – AARS
- 43. Associação dos Refugiados Climáticos e Atingidos – ARCA-RS
- 44. ASTEC – Associação dos Técnicos de Nível Superior do Município de Porto Alegre
- 45. Associação Instituto ECOA
- 46. Associação Mães e Pais pela Democracia (AMPD)
- 47. Associação Rede Unida
- 48. Associação Representativa, Cultural dos Comerciantes do Viaduto Otávio Rocha – ARCCOV
- 49. Associações dos Atingidos pela Enchente do Bairro Sarandi
- 50. Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil – AMDH
- 51. Atempa – Associação dos Trabalhadores em Educação do Município de Porto Alegre
- 52. AtuaPoa – Pelo direito à cidade de todxs nós!
- 53. AVESOL – Associação do Voluntariado e da Solidariedade
- 54. BR Cidades – Núcleo RS
- 55. CAAPS/UFRGS – Centro Acadêmico de Administração Pública e Social
- 56. Café com Panc Cafeteria
- 57. CAMP – Centro de Assessoria Multiprofissional
- 58. Candombe POA
- 59. CAPIM – Centro de Assessoria em Práticas Interdisciplinares e Mutirões
- 60. Casca Instituto Socioambiental
- 61. Caritas Brasileira – Região Sul
- 62. Central única dos Trabalhadores- CUT
- 63. CEDECA – Centro da Defesa da Criança e do Adolescente/Programa de Apoio a Meninos e Meninas – PROAM
- 64. Centro Comunitário de Desenvolvimento da Tristeza, Pedra Redonda, Vilas Conceição e Assunção
- 65. Centro de Direitos Econômicos e Sociais – CDES
- 66. Centro de Integração de Redes – Cirandar
- 67. Centro Republicano Julio de Castilhos
- 68. Coletivo Ambiente Crítico
- 69. Coletivo Cais Cultural Já
- 70. Coletivo de Capoeira Angola Gira Ginga
- 71. Coletivo Catarse
- 72. Coletivo Cidade Baixa de Luta
- 73. Coletivo Cidade na Luta
- 74. Coletivo Cidade Que Queremos
- 75. Coletivo Dandô POA
- 76. Coletivo pela Educação Popular TransENEM
- 77. Coletivo Preserva Parque do Marinha do Brasil
- 78. Coletivo Periferias
- 79. Coletivo POA Inquieta
- 80. Coletivo Preserva Redenção
- 81. Coletivo Pró-Catador
- 82. Comissão Sociotransformadora da Arquidiocese de Porto Alegre
- 83. Comissão fiscaliza Sarandi
- 84. Comitê Bella Ciao
- 85. Comitê Popular Esperançar
- 86. CONEN – Coordenação Nacional de Entidades Negras
- 87. Conselho Regional de Museologia 3ª Região – COREM 3R
- 88. Conselho Indigenista Missionário, Regional Sul, Equipe Porto Alegre
- 89. Conselhos de Participação Social do SUS (CMS-POA/GHC)
- 90. Convergência Socioambiental FSM
- 91. Cooperativa AJEUMBÓ
- 92. Cooperativa 20 de Novembro
- 93. Cooperativa da Santo Antônio e Colina
- 94. Cooperativa da União do Vale
- 95. Cooperativa Voz da Periferia e Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro/RS
- 96. CRBio 03 – Conselho Regional de Biologia 3ª Região
- 97. Cúpula dos Povos Rumo à COP30
- 98. Dandô Movimento de Arte e Saberes
- 99. Diretório Acadêmico da Faculdade Arquitetura PUCRS (CAFA)
- 100. Diretório Acadêmico da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo UFRGS (DAFA/UFRGS)
- 101. DAIB – Diretório Acadêmico do Instituto de Biociências – UFRGS
- 102. DCE – Diretório Central dos Estudantes – UFRGS
- 103. DCE – Diretório Central dos Estudantes – PUC
- 104. DCE – Diretório Central dos Estudantes – UniRitter
- 105. DCE – Diretório Central dos Estudantes – FADERGS
- 106. Eco Pelo Clima
- 107. Faculdade EST Escola Superior de Teologia
- 108. Federação das Entidades de Artesãos do Estado do RS-FEDARGS
- 109. FAUPOA – Fórum de Agricultura Urbana e Periurbana
- 110. FETRAFI – Federação dos bancários RS
- 111. Frente pela Gestão de Resíduos Sólidos Participativa
- 112. Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro -Núcleo Rio Grande do Sul
- 113. FGEPS – Fórum Gaúcho de Economia Popular Solidária
- 114. FMCC – Fórum Municipal dos Conselhos da Cidade de Porto Alegre
- 115. FMESPA – Fórum Municipal de Economia Popular Solidária de Porto Alegre
- 116. FEAPOA – Fórum de Educação Ambiental de Porto Alegre
- 117. Federação Nacional de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (FeNEA)
- 118. Fórum Municipal de Mulheres
- 119. Forum de gestão de planejamento 1
- 120. Fórum de Povos de Matriz Africana
- 121. Fórum Regional Planalto
- 122. Fundação Luterana de Diaconia
- 123. GAP/SAJU – Grupo de Assessoria Popular o- Serviço de Assessoria Popular Universitário – UFRGS
- 124. Grupo de Educação Ambiental Mamangava
- 125. Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental CNPq/UFRGS
- 126. Grupo de Pesquisa Identidade e Território – GPIT – UFRGS
- 127. Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas
- 128. Grupo Viveiros Comunitários – Instituto de Biociências – UFRGS
- 129. GUAYÍ – Democracia e Participação
- 130. Horta Comunitária Morro da Cruz – Coletivo Periferia Feminista
- 131. Horta Verde Que te Quero Bem
- 132. IBDU – Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico
- 133. IGRÉ Associação Socioambientalista
- 134. IDHES – Instituto de Direitos Humanos Econômicos e Sociais
- 135. InGá – Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais
- 136. INP – Instituto Novos Paradigmas
- 137. Instituto Zumbi Vive
- 138. Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento Rio Grande do Sul
- 139. Instituto EcoVIDA
- 140. Instituto MIRA-SERRA
- 141. Instituto Trocando Ideia
- 142. Kopa Coletiva Arquitetura Popular
- 143. LAPPUS -Laboratório de Políticas Públicas Sociais
- 144. Levante Popular da Juventude
- 145. LEURB – Laboratório de Estudos Urbanos
- 146. Mães pela diversidade
- 147. Marcha Mundial de Fundação Mulheres
- 148. Marcha Mundial por Justiça Climática
- 149. Mãos – Arquitetura. Terra. Território.
- 150. Medicina em Alerta
- 151. MNLM – Movimentos Nacional de Luta pela Moradia
- 152. Marcha Trans Poa
- 153. Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas
- 154. Movimento Esperançar
- 155. Movimento Gasômetro do Povo
- 156. Movimento Laudato Si – RS
- 157. Movimento Socioambiental Não ao Lixão, Não ao Aterro Sanitário Regional de Viamão
- 158. Movimento Pró-Gestão Democrática Socioambiental
- 159. Núcleo de Estudos em Geografia e Ambiente (NEGA)/UFRGS
- 160. Movimento dos Atingidos pelas Barragens – MAB-RS
- 161. Movimento Gasômetro do Povo
- 162. Movimento Mulheres e Agroecologia
- 163. Movimento pró Gestão Democrática Socioambiental pelo clima
- 164. Movimento Salve o Harmonia
- 165. MTST – Movimento dos Trabalhadores Sem Teto
- 166. Multiplicidade
- 167. NEJRS – Núcleo de Ecojornalistas do RS
- 168. Nuances – Grupo Pela Livre Expressão Sexual
- 169. ONG Esmeralda
- 170. Observatório das Metrópoles – Núcleo Porto Alegre
- 171. Parada Livre Poa
- 172. Pastoral da ecologia integral igreja católica
- 173. Periferia Feminista
- 174. POIESIS.MADRETIERRA – Comunidade Aprendente EcoPedagógica Agroecológica do Lami
- 175. Pontão de Cultura Gêneros em Rede: Trajetórias,Diversidade, Direitos Humanos
- 176. Ponto de Cultura Panelladexpressão: Etnogastronomia, Gênero, Comunicação
- 177. Ponto de Cultura AGAI- Associação Gaúcha de Artes Integradas
- 178. Preserva Belém Novo
- 179. Preserva Morro Santana
- 180. Preserva Zona Sul
- 181. Programa de Pós-graduação em Museologia e Patrimônio\UFRGS
- 182. Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional – PROPUR/UFRGS
- 183. Programa Macacos Urbanos – UFRGS
- 184. Promotoras Legais Populares (PLP) Parque dos Maias
- 185. Rede ELU – Rede Discente de Enfrentamento, Letramento e Unidade Trans/UFRGS
- 186. Rede Nacional da Promoção e Controle social da Saúde, Cultura e Direitos das LésBIcas Negras- REDE SAPATÀ
- 187. Rede Sul de Restauração Ecológica
- 188. Rede preservaPoa
- 189. RENAP – Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares – RS
- 190. Resistência participativa/Despertar coletivo
- 191. Retomada Kaingang Gah Re
- 192. SAERGS – Sindicato dos Arquitetos do Estado do Rio Grande do Sul
- 193. Ser Ação Ativismo Ambiental
- 194. Serviço de Paz – SERPAZ
- 195. Simpa – Sindicato dos Municipários de Porto Alegre
- 196. Sindicato dos Economistas do RS
- 197. SindBancários Porto Alegre – Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região
- 198. Sinpro/RS Ambiental – Sindicato dos Professores de Ensino Privado do RS
- 199. Sociedade de Economia do RS – Socecon
- 200. SOS Anfiteatro Pôr do Sol
- 201. SOS Floresta do Sabará
- 202. TransLAB.Urb – Instituto de Pesquisa em Inovação Social
- 203. Teia – Instituto de Cidadania e Direitos Humanos
- 204. Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveis
- 205. UAMPA – União das Associações de Moradores de Porto Alegre
- 206. União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES)
- 207. UNISOL – RS
- 208. UNMP/RS – União Nacional por Moradia Popular
- 209. Violeta – Casa de Cultura Popular
Redação do Jornalista João Batista Santafé Aguiar Assine o Canal do AgirAzul.com no WhatsApp – todas as notas publicadas aqui e algumas mais no seu celular. Link para contatos e envio de materiais para o AgirAzul
