Arquivos da Categoria: Jornalismo

Anunciados finalistas do prêmio 2022 para jornalistas que cobrem a crise climática

2022 Covering Climate Now Journalism Awards anunciou em abril os 68 finalistas de redações de todo o mundo.

A emergência climática é a maior notícia do nosso tempo, e hoje os melhores jornalistas e meios de comunicação que cobrem a história climática foram nomeados como finalistas do 2022 Covering Climate Now Journalism Awards.

Veja o vídeo de anúncio.

Covering Climate Now, uma colaboração sem fins lucrativos de mais de 500 meios de comunicação que atinge uma audiência de cerca de 2 bilhões de pessoas, recebeu mais de 900 inscrições neste segundo ano da premiação. As inscrições vieram de jornalistas de TV, rádio, mídia impressa e digital representando redações grandes e pequenas em 65 países.

“Esta enxurrada de submissões – um aumento de 50% em relação às entradas do ano passado – reflete como as organizações de notícias reconhecem cada vez mais que as mudanças climáticas exigem mais e melhor cobertura de todos os jornalistas”, disse Kyle Pope, editor e editor da Columbia Journalism Review e presidente da processo de julgamento do CCNow Awards.

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Lives sobre o jornalismo ambiental

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Nesta quarta-feira, dia 23, 19h, acontece um painel sobre “Novos Olhares sobre Jornalismo Ambiental”, promovido como parte do Festival 3i – Jornalismo Inovador, Inspirador e Independente. E nesta sexta-feira, 13h30min com parte do FIGA – Fórum Internacional de Gestão Ambientai – FIGA, organizado pela ARI – Associação Riograndense de Imprensa, haverá o painel sobre Jornalismo “O papel do jornalismo frente às mudanças climáticas”.



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Sustentabilidade no rádio e na TV

por João Batista Santafé Aguiar, jornalista e moderador da RBJA – Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental

O painel Sustentabilidade no Rádio e na TV contribuirá para um melhor entendimento sobre o porquê de os assuntos que envolvem a sustentabilidade ambiental não se encontrarem entre os temas de maios divulgação nas rádios e tevês brasileiras. Mesmo em. momento de tragédias humanas em desabamentos de morros, tsunamis, ou derramamento de petróleo, inundações, secas prolongadas, dificilmente são discutidos em veículos de rádios e tevês as causas maiores da situação. Planejamento e respeito às forças da natureza andam longe do noticiário. Também conservação de habitat naturais, florestas, de biomas como o Pantanal, Mata Atlântica e o Pampa, não são tema das notícias e reportagens diárias em nossos veículos.

A ausência destes assuntos no noticiário, de forma correta, acaba fortalecendo as ações políticas e empresariais contrárias à sustentabilidade ambiental. A própria omissão no discurso da qualificação de qual lógica, se econômica, se administrativa, se empregatícia, esconde a falta de entendimento sobre a origem recente do uso intensivo do termo. Ou é má-fé dentro de uma estratégia de marketing mesmo? A área econômica sempre se refere à sustentabilidade, mas certamente não está cuidando da sustentabilidade ambiental. A área política também fala em sustentabilidade, mas está se referindo aos próprios empregos ou algum projeto econômico.

Nota publicada no caderno distribuído no IV CBJA – Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental realizado em 2011, na cidade do Rio de Janeiro.

Portal disponibiliza conteúdo em português rebatendo falácias e mal-entendidos sobre clima

O principal site de combate ao negacionismo climático no mundo e a primeira plataforma on-line de combate à desinformação ambiental no Brasil juntaram forças. O Skeptical Science é o novo parceiro de conteúdo do Fakebook.eco e disponibilizará seu conteúdo em português para o site.

Skeptical Science foi criado pelo físico australiano John Cook, hoje professor na Universidade George Mason, nos EUA, como um esforço para aprimorar a comunicação da ciência do clima para o público e lutar contra o negacionismo. Ele traz um amplo repositório de refutações das falácias, dos mitos e dos mal-entendidos mais comuns sobre a mudança do clima, em três níveis de aprofundamento – do básico ao avançado. O site é mantido por uma rede global de voluntários e já foi traduzido em 23 línguas, inclusive o português, por tradutores também voluntários.

Fakebook.eco é uma colaboração entre ativistas climáticos, jornalistas e cientistas, liderada pelo Observatório do Clima e com o apoio de OecoInfoamazoniaProjeto ColaboraDireto da Ciência e do blog O que você faria se soubesse o que eu sei?, do climatologista Alexandre Costa. Ele oferece refutações de falácias frequentes sobre diversos temas ambientais e também verificações em tempo quase real de informação ambiental no discurso de autoridades e nas redes sociais.

 

Fonte: divulgação do Fakebook.eco

Programa EcoNexão discute o jornalismo ambiental

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Frame do vídeo que está disponível no YouTube, canal da TV Democracia

A TV Democracia apresentou nesta quarta-feira o programa EcoNexão e o assunto foi “O papel e os desafios do Jornalismo Ambiental”. 

João Paulo Capobianco apresentou a jornalista Ana Carolina Amaral como parceira na apresentação a partir da edição. Ana Carolina é jornalista da Folha de S. Paulo e da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental.

Ambos receberam os colegas jornalistas Marco Isensee e Sá, do portal ‘O Eco’ – www.oeco.org.br, e Maristela Crispim, do portal Agencia EcoNordeste – www.econordeste.com.br.

Grande parte do programa é utilizada para fazer a crítica à manifestações de Evaristo Miranda sobre o desmatamento e as queimadas na Amazônia. Ao contrário de Evaristo, Capobianco mostra com números oficiais que a taxa de desmatamento está em franco e grande crescimento.

Marco e Maristela conversaram sobre as prioridades e as diferenças dos seus veículos e o trabalho de como é acompanhar atualmente jornalisticamente a área ambiental.

 

Texto da Redação do AgirAzul.com


Acompanhe os eventos na área ambiental na Agenda AgirAzul – www.AgirAzul.com/agenda. Inclua o seu evento!  Lá estarão também os eventos sobre Jornalismo Ambiental. 

Lançado o site Fakebook.eco com checagem de informações ambientais

O Fakebook.eco é a junção de dois outros projetos: o Fakebook, produzido em colaboração pelo OC – Observatório do Clima, o Greenpeace e o ClimaInfo em 2019, e o Agromitômetro, a iniciativa de checagem de informações ambientais do OC existente desde 2018.

O nome do site é Facebook.eco mas o endereço real na Internet é COM .br ao final: fakebook.eco.br.

A plataforma surge para sistematizar, de maneira didática, o conhecimento essencial sobre os principais mitos, as distorções e os mal-entendidos que rondam o debate ambiental no Brasil. Por um lado, o site funciona como um repositório onde mitos comuns (as “Falácias frequentes”) são desfeitos. Por outro, fará verificações rápidas (“Verificamos”) de declarações de autoridades ou fake news diversas sobre meio ambiente.

Não temos a pretensão de trazer a verdade absoluta – mas nosso compromisso é aliar o método jornalístico de verificação de fatos com as melhores referências científicas disponíveis. Como ninguém é à prova de falhas, o site tem um canal de comunicação de erros.

Fakebook.eco surge para sistematizar, de maneira didática, o conhecimento essencial sobre os principais mitos e mal-entendidos que rondam o meio ambiente no Brasil.

O nome é inspirado na música popular. Os fakebooks são uma tradição entre músicos de jazz, iniciada na primeira metade do século 20. Eles consistiam em compilações das informações básicas sobre diversas canções (os acordes, a melodia e, às vezes, a letra) para que os músicos pudessem improvisar livremente a partir delas. Com um fakebook na mão, um bom músico de jazz ou bossa nova tem um roteiro mínimo que lhe permite sobreviver a qualquer apresentação.

Quando nós começamos a checar as fake news mais frequentes do governo de Jair Bolsonaro na área ambiental, não imaginávamos que o resultado seria um libreto de 35 páginas. Ele acabou ganhando o nome de “Fakebook” – um trocadilho com seu conteúdo – porque também fornecia um roteiro mínimo a jornalistas, investidores e membros de governos e organizações internacionais que precisassem lidar com o discurso do governo sem ter conhecimento prévio da situação ambiental do Brasil.

O site tem parceria com os portais de notícias ambientais e científicas Oeco, InfoAmazônia, Direto da Ciência, Projeto Colabora, e com o blog O que você faria se soubesse o que eu sei?, do climatologista Alexandre Araújo Costa.

Visite e divulgue:

Abertas as inscrições para o Prêmio Nacional de Jornalismo Ambiental Chico Mendes

Fonte: Facebook da Prefeitura de Niteroi.Captura de Tela 2019-12-15 às 21.30.49.png

Niteroi, RJ – Foram abertas na sexta-feira (13/12/2019) as inscrições para o Prêmio Nacional de Jornalismo Ambiental Chico Mendes.

Promovido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, com apoio da Prefeitura de Niterói, através da Fundação de Arte de Niterói (FAN), o concurso vai premiar as melhores matérias sobre o tema ambiental, publicadas em jornais, rádios, revistas, TVs e redes sociais, em veículos brasileiros. O regulamento prevê também a participação de universitários.

PREMIAÇÃO – O vencedor em cada categoria receberá um prêmio de R$ 5 mil.

INSCRIÇÕES – As inscrições gratuitas deverão feitas via carta registrada, sedex ou na sede da Fundação de Artes de Niterói, Rua Presidente Pedreira, 98, Ingá, Niterói (RJ), CEP 24210-470. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone: (21) 2719-9900, ramal 226, de 10 às 17 horas. Os concorrentes terão até março de 2020 para submeter suas matérias. Uma comissão formada por jornalistas e especialistas em Meio Ambiente escolherá as melhores reportagens. Ler mais

Crise climática é pauta de curso para jornalistas em Porto Alegre

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Por Eloisa Loose*

Como melhor cobrir a emergência climática? Com a finalidade de ampliar e qualificar a discussão na imprensa local, o ClimaInfo, juntamente com o Centro Polar e Climático e a Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, ambos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com apoio do Instituto Clima e Sociedade, realizou na manhã desta quinta-feira, dia 31, a primeira parte do curso “O papel do Jornalismo no contexto da crise climática” em Porto Alegre.

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ARI promove evento sobre o combate à poluição

Captura de Tela 2019-10-03 às 09.44.28.pngA Associação Riograndense de Imprensa – ARI realiza nesta quinta e sexta-feira (3 e 4/10) o 9º Fórum Internacional de Gestão AmbientalFiga com o tema “O Desafio do Combate à Poluição e as Boas Práticas com Recursos Hídricos”,

O evento incia às 14h no auditório do Ministério Público do RGS (av. Aureliano de Fiqueiredo Pinto, 80, em Porto Alegre) e conta com o patrocínio do Governo do Estado do Rio Grande do Sul e CORSAN e apoio do Ministério Público.  Mais informações em www.figambiental.com.br. Inscrições hoje no local.  Ler mais

Jornalismo Ambiental: Resiliência e Resistência

Artigo de Dal Marcondes

Falar da Rede de Jornalismo Ambiental é descrever um movimento que começa no Rio Grande do Sul na década de 1990 e se espraia pelo Brasil no início deste século. Jornalistas das mais diversas mídias e acesso a públicos se aliaram em uma rede para ampliar a cobertura de temas socioambientais. Talvez o mais importante efeito dessa rede á que passamos a nos conhecer, gente que trabalha no Sul, no Norte, no Sudeste e Centro-Oeste, além de, claro, profissionais do Nordeste brasileiro, a RBJA, como é conhecida por sua sigla, reduziu as distâncias em uma país continental e transformou desconhecidos em colegas e amigos. Ler mais

Visite o site sobre Jornalismo Ambiental e ajude a mantê-lo atualizado!

Captura de Tela 2019-08-07 às 21.42.48.pngO saite Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo – www.jornalismoambiental.jor.br pretende trazer informações sobre os  congressos da área, fontes sobre o estudo do Jornalismo, endereços de entidades associativas que reúnem os profissionais da área, cursos de graduação e pós-graduação da área e endereços dos principais veículos.

V Workshop de Comunicação Ambiental da Rede Biomar será realizado em São Paulo

Em sua quinta edição, evento fará parte da programação do Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, no dia 10 de agosto, na Unibes Cultural, no bairro Sumaré.

Com objetivo de estimular a divulgação da temática ambiental marinha nas pautas diárias da imprensa e redes sociais, o V Workshop de Comunicação da Rede Biomar oferecerá palestras com profissionais experientes e engajados em estudos de comunicação e meio ambiente dos projetos Albatroz, Baleia Jubarte e Golfinho Rotador, além de representantes da National Geographic e das mídias digitais do G1. O encontro tem o apoio da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental e Instituto Envolverde e acontecerá no dia 10 de agosto, a partir das 10 horas, durante o Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental (CBJA 2019), na Unibes Cultural, em São Paulo. Para participar do V Workshop é necessário se inscrever em cbja.com.br. A entrada é gratuita, as vagas são limitadas, distribuídas por ordem de chegada e materiais promocionais exclusivos da Rede Biomar serão oferecidos aos presentes.

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Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental 2019 – o Futuro do Jornalismo Ambiental em debate

Profundas mudanças tecnológicas; o crescimento do ceticismo climático; a ciência sendo contestada pela crença e a preservação ambiental sendo novamente colocada como entrave ao desenvolvimento.
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  • Inscrições e a programação aqui

Inscreva-se para receber as principais manchetes do dia

A plataforma AgirAzul Notícias sediada no Telegram entra em período experimental a partir de julho de 2019. Ao dia, a pessoa inscrita receberá algumas principais manchetes e links para materiais inéditos ou não sobre Meio Ambiente, Qualidade de Vida, Justiça, Arquitetura e Patrimônio Histórico.

Com base em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o serviço será oferecido até 1/7/2019 em caráter experimental. Conforme a receptividade, poderemos continuar ou não, aprimorando-o, procurando monetizar o serviço e ampliar o número de profissionais participantes.

O editor é o jornalista João Batista Santafé Aguiar. Veja mais sobre ele aqui.

A plataforma escolhida é o Telegram. Veja mais aqui.

Todos os dias, o inscrito irá receber no seu smartphone/telefone celular ou computador desktop as principais manchetes do dia, eventualmente com link para ampliação da informação. Algum material poderá ser inédito e publicado com maior extensão no site AgirAzul.com. O AgirAzul.com é formatado para ser facilmente acessado nas telas. pequenas dos telefones celulares e tablets.

Aguardamos as contribuições e críticas.

Pesquisadores lançam o Observatório de Jornalismo Ambiental

Captura de Tela 2019-04-16 às 10.06.40Como primeira matéria do Observatório de Jornalismo Ambiental, o Grupo de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental publicou nesta segunda-feira (15/4) a primeira matéria, de autoria do  jornalista, professor e doutorando em comunicação Roberto Villar Belmonte. Na matéria, intitulada “Agrotóxicos: qual a função e o limite do jornalismo?“, Belmonte analisa o conteúdo da série de reportagens veiculadas no Globo Rural, de 31 de março e 7 de abril produzidas no Paraná.

Para o autor, “as reportagens abrem com a vinheta do Globo Natureza, sugerindo ao telespectador que a perspectiva apresentada seria a da natureza ou ambiental”.  “No entanto”, observa, “o enquadramento foi o do Agro é Pop: a Indústria-Riqueza do Brasil, campanha publicitária em prol do agronegócio exibida no horário nobre da emissora”.

Para o professor, “O programa comprou a resposta da indústria: O Brasil tem problemas com agrotóxicos – quase 40 mil casos de intoxicações notificados entre 2007 e 2017 – porque os agricultores usam errado o veneno.”.

Jornalistas & Biodiversidade: aberto prazo para concorrer a recursos

  • 00A Sociedade de Jornalistas Ambientais – SEJ dos Estados Unidos está aceitando propostas para subsidiar trabalhos sobre biodiversidade por meio do Fundo de Jornalismo Ambiental. 

15 de maio de 2019 (23h59, horário local) é o prazo final para propostas ao Fundo de Jornalismo Ambiental (FEJ) da SEJ para subsídios de até US $ 5.000,00 para despesas e estipêndios como viagens, produção de multimídia, tradução e muito mais. Ler mais

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