Categoria Movimentos

porRedação

Em discussão, modificações no funcionamento do CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente

O Ministério do Meio Ambiente convocou reunião extraordinária do CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente para a próxima quarta-feira, 20 de março/2019 (transferida por uma semana, da data anterior – 13/3). Na pauta, além da abertura do encontro a ser realizada pelo Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, haverá a apresentação de um informe sobre o rompimento da barragem de Brumadinho e das propostas para o aperfeiçoamento do colegiado, o principal órgão do Sistema Nacional do Meio Ambiente com participação de representantes da sociedade.

O encontro não estava previsto no calendário pré-aprovado pelo plenário do CONAMA, em 2018. A reunião do dia 27/3, prevista no calendário, foi suspensa.

As sugestões para o aperfeiçoamento do CONAMA a serem consideradas poderão enfocar tanto o seu modo de funcionar como a sua composição. Ler mais

porRedação

Justiça pede explicações à Prefeitura de Porto Alegre sobre descaso com o Viveiro Municipal

Fotografia incluída na nota do Movimento Preserva o Arroio Espírito Santo sobre o Viveiro Municipal.

Fotografia incluída na nota do Movimento Preserva o Arroio Espírito Santo sobre o Viveiro Municipal.

Matéria da Jornalista  Isabela Sander, do Jornal do Comércio, destaca que o Juízo da 10ª Vara da Fazenda Publica de Porto Alegre determinou que o atual secretário do Meio Ambiente e da Sustentabilidade, Maurício Fernandes, se manifeste em 15 dias sobre as más condições do Viveiro Municipal, na Lomba do Pinheiro.

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porRedação

Projeto da Maiojama para Ipanema terá que aguardar novas definições da Justiça

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Com a firme oposição das comunidades dos bairros de Ipanema, Espírito Santo e Guarujá, na zona sul de Porto Alegrea um projeto da empresa construtora Maiojama, cuja composição acionária se confunde bastante com a da RBS, afiliada local da Rede Globo e da Zero Hora, foi mantida, provisoriamente, a preservação da área de preservação permanente do Arroio Espírito Santo e remanescentes florestais da Mata Atlântica existente em 13 hectares na av. Guaíba, ao lado do Clube do Professor Gaúcho.  (ver área no Google Maps)
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porEditor

13/11: AGAPAN Debate vai tratar da importância da Fundação Zoobotânica para a preservação ambiental e para a Ciência

Participe do Agapan Debate no dia 13 de novembro, segunda-feira,  e conheça um pouco mais sobre a atuação desta importante fundação e a situação do projeto governamental que quer extingui-la.
Para apresentar o tema, convidamos o biólogo e pesquisador do Museu de Ciências da FZB/RS Glayson Ariel Bencke e o advogado Christian Ozório Kloppemburg, também da Fundação Zoobotânica.
A mediação estará por conta do jornalista João Batista Santafé Aguiar, conselheiro da Agapan e editor do site agirazul.com.
Fonte: www.agapan.org.br
porRedação

Faleceu o ambientalista e professor de História Giovani Gregol

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O ex Secretário Municipal do Meio Ambiente e, membro do Conselho Superior e diretor da AGAPAN – Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural em várias gestões na década de 1980/90, Giovani Gregol, faleceu nesta sexta-feira aos 59 anos de idade. Seu corpo foi velado hoje, sábado (14/10/2017), no Cemitério Martinho Lutero, em Porto Alegre. A cerimônia de adeus ocorreu às 16h. O corpo do Gregol será levado ao Crematório de Canela.

Gregol foi casado com Verena Daroldi Gregol.

Giovani Gregol era professor de História em escolas de 1º e 2º Graus. Foi vereador pelo PT em Porto Alegre em duas legislaturas, 1989/1992 e 1993/1996. Foi Secretário do Meio Ambiente da Capital gaúcha sucedendo Caio Lustosa, na gestão de Tarso Fernando Herz Genro. Depois, integrou o PV e, ultimamente, participava do PMDB.

Como militante ambientalista, participou de forma atuante na efetivação  do Parque Estadual de Itapuã, na criação de diversos grupos ecológicos, como, por exemplo, o Grupo Deite na Grama, na realização do primeiro encontro estadual de entidades ecológicas realizado em Santa Maria, em 1984, dentre outras realizações.  Como vereador, teve atuação muito forte na proteção aos animais e na defesa de praças e da arborização de Porto Alegre.

porRedação

Momento História: Pizarro, Lewgoy e Caio Lustosa

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Num encontro das entidades ambientalistas realizado em Pelotas, nos anos 80, os ecologistas James Pizarro, Flávio Lewgoy e Caio José Lustosa…todos hoje ainda, para nossa felicidade, espalhando conhecimentos e exemplos.

porRedação

Desrespeito e estrepolias no CONSEMA do RS

Por mais que o discurso politicamente correto da Secretaria Estadual do Meio Ambiente perpasse peças de comunicação, o dia-a-dia da convivência das entidades não-governamentais ambientalistas com os outros setores que participam do CONSEMA – Conselho Estadual do Meio Ambiente é muito difícil. Beira a prática de booling, partindo dos que representam os Municípios e corroborados pelos atuais servidores públicos que representam a Secretaria.

porRedação

12 anos sem a presença física de José Lutzenberger

  • No dia em que se completam 12 anos de partida de Lutz, a Fundação Gaia, associada da APEDeMA/RS,  partilha com seus amigos e colaboradores pensamentos do ecologista, encontrados nos vários livros e textos escritos por ele ao longo de décadas. Alguns destes encontram-se na íntegra no link http://www.fgaia.org.br/texts/index.html.

Ambientalistas e Ecologia

Sempre nos acusaram (aos ambientalistas) e continuarão nos acusando de radicais, de líricos, quando não de apocalípticos. Apenas somos realistas. A realidade é grave.

Preâmbulo da 4° edição do livro “Manifesto Ecológico Brasileiro – Fim do Futuro?”, 1986.

O ecólogo é muitas vezes criticado por considerar-se que ele é contra um mundo tecnológico. A ecologia, entretanto, apenas abre os olhos para a diferença existente entre tecnologia predatória e, portanto, insustentável à longo prazo, e tecnologia branda, que não transfere custos às gerações futuras.

“Desconcentração econômica”, 1975-76. Do livro “Manifesto ecológico brasileiro – Fim do Futuro?”, 4° ed., 1986.

De que adianta ensinar aos jovens o amor à natureza se, daqui a algumas décadas, quando a eles couber o poder de decisão, não mais existir natureza para salvar. Para que ainda tenha sentido a educação da juventude, devemos fixar já os novos caminhos, devemos começar logo a reparar o que pode ser reparado, devemos evitar a continuação e o incremento dos estragos e devemos iniciar hoje os processos que só frutificarão a longo prazo.

“Reconquista do futuro”, 1975-76. Do livro “Manifesto ecológico brasileiro – Fim do Futuro?”, 4° ed., 1986. Ler mais